“Les Sylphides”

domingo, 10h40
onde: Palco de Dança Umberto da Silva
(Anhangabaú)
Coreografia: adaptação coreográfica dos professores Kátiah Rocha, Luis Augusto Ribeiro e Roberto Fonseca, sobre o original de Michel Fokine, com música de Chopin. Sem enredo, “Les Sylphides” inaugura um novo pensamento através de um balé que não se preocupa mais em contar uma história com princípio, meio e fim. Ao contrário, constrói uma atmosfera onírica a partir de um personagem real – o único homem presente na peça - que dialoga com as sílfides, seres da mitologia celta germânica da Idade Média. Apesar da simplicidade da peça, que dispensa cenários e figurinos muito elaborados, “Les Sylphides” encanta com a leveza dos seus gênios do ar, cuja suavidade requer execução impecável, apurado senso estético e muita concentração dos bailarinos para criar a atmosfera nebulosa e ondulante desse romântico bailado do início do século XX. Por esse motivo, é comum a consideração de que, depois da experiência de dançar “Les Sylphides”, um corpo de baile estará preparado para interpretar todas as demais obras do repertório clássico.

Corpo de Baile Jovem - Escola Municipal de Bailado

A Escola Municipal de Bailado foi fundada, em 1940, nos altos do Theatro Municipal, pelo então prefeito Prestes Maia, especialmente para suprir os bailados das companhias estrangeiras de ópera que se apresentavam em São Paulo. Três anos depois, com a necessidade de um espaço maior para aulas e ensaios, mudou-se para os baixos do Viaduto do Chá, seu endereço até os dias de hoje.

Cumprindo o compromisso com a população como única escola municipal de São Paulo orientada exclusivamente para o ensino de balé clássico, contabiliza um saldo extremamente positivo, tendo formado durante todo esse percusso de atividades ininterruptas, bailarinos de projeção nacional e internacional.